Carinhanha em Estado de alerta na segurança
No lado do bem Estado já não consegue mais controlar a cidade com menos de 30 mil habitantes, que está dominada pela onda de violência. Prova disso são os confrontos freqüentes de facções disputando os pontos, levando os casos de assalto a mão armada, furtos, roubos, arrombamentos, homicídios, tentativas de homicídios para mais de 80%

Em 2002, o município de Carinhanha, no oeste da Bahia, era composto por três agentes de polícia, dois agentes públicos, três agentes administrativos, um escrivão e um delegado. Treze anos depois, a realidade é diferente onde um delegado e um agente próximo a se aposentar compõe o quadro. Mesmo assim, é um erro encontrar o agente na cidade.
Em meio a muitas derrotas da população, que ver seus bens e filhos ser levados pelos bandidos, que estão levando a melhor nessa guerra. No lado do bem Estado já não consegue mais controlar a cidade com menos de 30 mil habitantes, que está dominada pela onda de violência. Prova disso são os confrontos freqüentes de facções disputando os pontos, levando os casos de assalto a mão armada, furtos, roubos, arrombamentos, homicídios, tentativas de homicídios para mais de 80%.
Enquanto os bandidos desfilam nas ruas da cidade armados, os comandantes da polícias Militar e Civil não conseguem dar uma resposta a sociedade que continua vivendo em cárcere privado em suas casas.
Em um rápido balanço feito pelo portal Folha do Vale, percebe-se o tamanho do compromisso do coordenador da 22ª COORPIN de Guanambi, Kleber Andrade, que se calou diante de uma situação tão grave. Há mais de um ano, o portal vem alertando sobre o crescimento da violência na cidade, mas simplesmente foi ignorado pelo poder do Estado, que parece temer os bandidos.
Redação www folhadovale.net