Proprietários de Açougues se reúnem para debater abate de animais em Malhada

No termino do evento, a ADAB deixou claro que vai respeitar o prazo dado no dia 23 de setembro, que vence em 25 de março, mas irá continuar fiscalizando principalmente as salgadeiras clandestinas.

Num esforço conjunto para legalizar o abate de Bovinos existentes no município de Malhada, sudoeste da Bahia, o secretário Municipal da Agricultura e Meio Ambiente, José Castor Castro de Abreu, reuniu com os proprietários de açougues e representantes da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), sendo representados pela Coordenadora Regional, Edilúcia Barros e o Gerente Rafael Barros.

Os prefeitos de Malhada Gimmy Èverton Moraria Ramos, Dr. Gimmy (PT) e Paulo Elísio Cotrim, Paulo da Yonara (PT), de Carinhanha, também participaram do evento. A intenção da reunião foi pedir mais um prazo, até que se instale um abatedouro para atende os municípios de Carinhanha, Feira da Mata, Malhada e Iuiú, já que levar para Guanambi torna-se inviável devido a distancia.

A Coordenadora Regional da ADAB citou que no dia 23 de setembro,quando foi realizada a audiência Pública em Carinhanha,foi dado um prazo de 180 dias, mas foi claro que as salgadeiras clandestinas seriam fiscalizadas, sendo que o prazo termina no dia 25 de março de 2014.

Para Castor, com a implantação do Abatedouro na região, os comerciantes e consumidores só tem a ganhar. Segundo ele, todos terão as condições necessárias para fazer cumprir a lei, mas levando para o frigorífico de Guanambi, todos saíram perdendo devido encarecer o produto.

Um açougueiro citou que eles estavam ali para cumprir a lei, mas, a ADAB como órgão fiscalizador precisa dar mais um tempo. “A gente ficou mais de 20 anos sem ela vim fiscalizar, agora para beneficiar o grande eles começam essa fiscalização intensa. Todos quem trabalhar legal e oferecer uma carne de qualidade”, disse Dú.

Outro açougueiro sugeriu que o frigorífico viesse fazer a entrega de carne na região, como são entregues os frios aos comerciantes.

Na discussão calorosa, os prefeitos Gimmy e Paulo, citaram que estão à disposição dos açougueiros, inclusive foram em Salvador, conseguiram até uma emenda parlamentar no valor de 500 mil, mas o valor de um pequeno abatedouro está orçado em 3 milhões de reais,sendo que o estado não entra com nada. “Vamos procurar o governo novamente, mas, poderemos construir futuramente um curral para os abates com todas as higienes necessários”, disseram os prefeitos.

No termino do evento, a ADAB deixou claro que vai respeitar o prazo dado no dia 23 de setembro, que vence em 25 de março, mas irá continuar fiscalizando principalmente as salgadeiras clandestinas.

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Redação www folhadovale.net

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