Mulher paga para perfurar poço, mas homem não executa serviço em Carinhanha

Isabel procurou a Delegacia para denunciar Mazin do Posto, após ele recebe 6 mil reais para perfurar um poço e não realizar o serviço.

CARINHANHA — O sonho de perfurar um poço artesiano para matar a sede da criação se transformou no pesadelo para Isabel Porto da Silva, residente na fazenda Micaela, zona rural de Carinhanha, na região sudoeste da Bahia.

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Na manhã de sexta-feira (28), Isabel procurou a Delegacia Territorial de Carinhanha para denunciar Mazin do Posto, do Baixão do Trigo. Ela narrou que, no dia 1º de agosto do corrente ano, fez um acordo verbal para a prestação do serviço, inclusive pagou o valor de R$ 6.000,00.

Ela explicou que o acordo foi fechado na sua propriedade, mas três meses depois o poço não foi perfurado. Isabel disse que nesse período não houve qualquer movimentação por parte do contratado, ou tão pouco uma justificativa.

De acordo com a vítima, desde então, ela tenta diversas tentativas de solução amigável, buscando a devolução do valor pago ou o cumprimento da obrigação contratada, porém todas restaram infrutíferas, diante da recusa reiterada do suposto autor em reparar o dano ou oferecer explicações.

A vítima acrescenta que, após tais fatos, tomou conhecimento de que outras pessoas também foram abordadas por Mazin, sofrendo condutas semelhantes, o que reforça indícios de continuidade delitiva e de eventual modus operandi voltado à obtenção de vantagem ilícita.

O caso será apurado e reforça modus operandi voltado à obtenção de vantagem ilícita, caracterizando o crime de Estelionato (Art. 171 do Código Penal Brasileiro).

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