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“Prisão de Joaquim é bode expiatório”, diz advogado de defesa

O advogado concedeu entrevista concedeu entrevista ao programa Jornal das Sete, na manhã desta terça-feira (24). Ele discorreu sobre o processo que envolve Joaquim José da Silva (Quinca), acusado de assassinar Iara da Paixão de Souza, na zona rural de Malhada, há quase dois anos.

Publicado em 24/setembro/2019 - 10:36
Entrevista com Vital Farias Gonçalves concedida ao programa Jornal das Sete, na Rádio Cidade FM, na manhã desta terça-feira (24).

“A justificativa colocada me parece mais uma justificativa política”, afirmou o advogado Vital Farias Gonçalves, enfatizando que a prisão do seu cliente Joaquim José da Silva, conhecido como “Quinca”, de 42 anos, é uma pressão por parte do governador da Bahia Rui Costa (PT).

Durante a entrevista concedida ao programa Jornal das Sete na manhã desta terça-feira (24), Vital disse que o processo é muito complexo e existem erros gritantes que impõe a nulidade do processo. Vital ainda esclareceu que o pedido feito pelo governador Rui Costa para apurar o crime acabou interferindo nas investigações colocando uma pessoa na cadeia sem prova.

No decorre da entrevista Vital disse que o pedido do governador Rui Costa foi fundamental para pressionar os investigadores que tiveram muita pressa e atentaram somente para prova material, já que no processo não consta à prova da autoria do crime.

“Na segunda-feira (24) entrei com o Recurso de Sentido Estrito (RES), pedindo pela impugnação da decisão do juiz. Quinca responde pelo crime de homicídio qualificado, mas não pode ser caracterizado como homicídio pelo fator da menor ter morrido cinco dias após o acidente ou espaçamento. O certo é lesão corporal seguida de morte”, comentou Vital.

De acordo com Vital, ele entrou com um recurso pedido que seja desclassificado o crime de homicídio, que existe indicio suficiente para firmar que Iara da Paixão de Souza, 11 anos, não morreu em decorrência do espaçamento, mas pela negligência e a falta de recursos para cuidar da vítima.

Na segunda audiência realizada na manhã desta terça-feira (17), o magistrado apontou que há indícios de materialidade e autoria do crime, e, desta forma, entendeu que o réu deve ser submetido a julgamento por homicídio qualificado. Ao pronunciar o suspeito, o juiz também decidiu manter a prisão preventiva.

A menor foi encontrada desacordada dentro de um buraco localizado às margens de um córrego no distrito de Canabrava, zona rural de Malhada, Sudoeste da Bahia. A vítima morreu quatro dias depois, vítima de parada cardíaca no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI), no Hospital Regional de Guanambi (HRG).

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