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Carinhanha: vereador Edivaldo Melo deve deixar o PC do B

O vereador carinhanhense Edivaldo Melo (PC do B) anunciou na quarta-feira, 18 de setembro, que vai deixar o partido, mas ainda não definiu o nome da nova legenda.

Publicado em 21/setembro/2019 - 09:21
Vereador Edivaldo Melo anunciou na quarta-feira (18), que vai deixar o P C do B. Foto: perfil pessoal.

Em conversa com a reportagem do portal Folha do Vale na última quarta-feira (18), o vereador Edivaldo Moreira de Melo (PC do B), disse que vai desfilar do partido para tentar a reeleição em 2020. A mudança de partido deve acontecer em decorrência da Emenda Constitucional nº 97, de 04 de outubro de 2017, que fez alterações na cláusula de barreira e não permite mais coligações partidárias para o sistema proporcional, ele não deve ficar no partido.

Questionado pelo portal se ele já tinha um partido definido, Melo ressaltou que ainda procura e até dezembro terá uma decisão. “Não existe ainda um partido definido, mas em breve estarei divulgado o nome do novo partido, comentou Melo.

O nosso sistema político é misto. Convive com o sistema proporcional e majoritário. O sistema majoritário é aquele em que o candidato que obtiver maior número de votos é o eleito. No proporcional é analisado o número de cadeiras e a proporção dos votos. Nesse sistema, nem sempre o mais votado é o eleito. Vai depender do alcance de determinados índices e dos cálculos dos quocientes eleitoral e partidário, bem como, das sobras eleitorais. O intuito do sistema proporcional é garantir que as várias correntes ideológicas tenham voz e seja garantido o princípio democrático.

O coeficiente eleitoral é calculado pela divisão entre o número de votos válidos excluídos os brancos e nulos dividido pelo número de cadeiras a disposição. Já o coeficiente partidário é a divisão dos votos obtidos pelos candidatos. E os que são dados aos seus partidos ou a coligação se estiver coligado pelo coeficiente eleitoral. Esses índices às vezes possibilitam que candidatos menos votados obtenham as cadeiras em virtudes da votação expressiva de algum candidato do seu partido ou coligação. Na eleição de 2016 foi estipulado que estes candidatos deveriam alcançar os 10 por cento do coeficiente eleitoral para poder ser eleito. Era comum a união de vários partidos na montagem da coligação a fim de facilitar que seus candidatos fossem eleitos. Na eleição de 2020, não será mais possível para a escolha dos vereadores. As coligações continuam possíveis para o cargo de prefeito que é majoritário.

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